terça-feira, 25 de agosto de 2015

sabão

O melhor sabão do mundo já tem facebook, podem segui-lo aqui. Para quem prefere vê-lo ao vivo e a cores, basta aparecer no Mercados no Museu, no terceiro sábado de cada mês, na Rua da Escola Politécnica, em Lisboa.




quinta-feira, 6 de agosto de 2015

cigarras

 

   
Nestes dias quentes de Verão não se ouve outra coisa, noite e dia, é a cigarra que faz a festa. Hoje fui à procura delas, apesar do barulho denunciar a sua localização, é difícil encontrá-las. Primeiro porque se calam quando sentem a nossa presença, segundo, porque são demasiado parecidas com os ramos em que pousam. Mas consegui este registo, prova superada!
Fiquei com alguma curiosidade em relação a estes bicharocos tão barulhentos e investiguei um pouco. Alimentam-se da seiva das árvores e é o macho que canta para atrair a fêmea usando um compartimento interno da barriga. O som que produzem pode chegar aos 120 decibéis, o mesmo que provoca a descolagem de um avião a jacto. Na fêmea a barriga carrega os ovos. Assim que põem os ovos morrem. Os ovos eclodem e os pequenos rebentos caem no chão, a partir daí têm que cavar túneis para encontrar as raízes e depois subir pelas árvores, neste processo sofrem uma metamorfose, a ecdise (processo de crescimento onde ocorre muda do exoesqueleto por um novo), tornam-se adultas e prontas para o acasalamento, e começa tudo outra vez.
Afinal não é uma vida fácil como dizia La Fontaine.
 

quinta-feira, 9 de julho de 2015

alentejo

Uns dias de sol e praia na costa alentejana entre estrelas do mar e polvos (gigantes!).
 









quarta-feira, 24 de junho de 2015

parece impossível até ser feito

Este sofá esventrado veio de casa da avó (ainda bem composto, com cobertura em imitação de pele, encarnada). Deitei logo mãos ao trabalho com grande entusiasmo, daí a fotografia já não mostrar o original. O potencial era enorme, a estrutura de madeira estava em boas condições, só o estofo teria que ser renovado. Parecia tarefa fácil. Mas havia sempre algum impedimento para acabar a obra. O estofo novo estava difícil de encontrar, assim como um tecido que tivesse alguma qualidade mas que não custasse um balúrdio - até porque tinha receio de estar a deitar dinheiro fora, caso o resultado não fosse aceitável. E assim foi ficando este elefante no meio da cave. Ficou por lá dois anos, até já não poder ouvir mais o meu marido reclamar a falta de espaço.
Mostrei-o a várias pessoas e todas torceram o nariz, "pois, talvez não valha a pena o esforço", diziam. Eu própria comecei a duvidar, mas depois lembrei-me da velha máxima: parece impossível até ser feito. Três dias a martelar e dei a obra por acabada. Já está feito há algum tempo. Só o revelo agora porque só agora encontrei a fotografia do "antes".



terça-feira, 23 de junho de 2015

simple

Um passeio matinal forçado levou-me por estradas de terra batida. No caminho encontrei um burro solitário, um rebanho ainda meio adormecido e muitos oregãos. Comecei bem o dia. Como li algures numa das citações que coloquei no meu pinterest there's nothing wrong in living a simple life




quarta-feira, 17 de junho de 2015

ainda os abelharucos

Escondida atrás de um arbusto consegui captar em filme a azáfama dos abelharucos para dar alimento às crias. Todas as manhãs é assim, revezam-se, pai e mãe, de abelha no bico. Em breve os pequenos já se aventuram até à entrada do ninho, por enquanto continuam lá no fundo, bem protegidos e alimentados.  

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